Sobre o CHAMADO do Senhor, creio eu que
não se trata de sermos chamados para recebermos um “título” ou um “cargo”, mas
antes de tudo, um chamado para SER em essência e não simplesmente aparência. Deste modo,
não se trata de ter que ir à igreja, mas SER IGREJA.
O chamado aqui não é numa perspectiva
capitalista/administrativa de indicação à um cargo, pois “de que adianta o
homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? ” (Marcos 8:36) Como por exemplo,
vestir uma camisa com a palavra “santidade” estampada, não significa que eu
realmente esteja vivendo uma vida em santidade. Porque não precisamos parecer
cristãos. Precisamos nos preocupar em SER CRISTÃOS.
Portanto, o chamado é principalmente, um convite para uma nova
maneira de SER. E não apenas exercer uma função específica. É ser cristão
independente da ocasião, é ter em nós valores inegociáveis, é ser transformado
até se perceber como “cidadão dos céus”, “filho herdeiro de Deus”.
E assim entender que Cristo nos chama para
sermos mais do que um cantor, zelador ou diácono de uma igreja/instituição.
Pois quando entendemos o chamado com o sentido de “essência”, percebemos que o
nosso “campo missionário”, ou seja, o lugar onde faremos a “obra de Deus” é em
todo lugar onde estivermos, fazendo sempre o que for necessário para manifestar
o REINO DE DEUS.
Atender ao chamado divino é primeiramente entregar seu coração ao Eterno.
Não as mãos, mas sim o coração.
É para IR sim, mas primeiro para os braços do Rei!

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